Na década de 1960, computadores eram controlados principalmente por comandos e dispositivos pouco intuitivos. Douglas Engelbart imaginou uma forma mais direta de apontar elementos na tela.
Uma pequena caixa com duas rodas
O engenheiro Bill English construiu o protótipo associado ao trabalho de Engelbart. A caixa de madeira possuía duas rodas metálicas posicionadas em ângulos diferentes. Ao deslizar o aparelho, cada roda media o movimento em um eixo.
Por que o nome mouse?
O formato da pequena caixa e o cabo lembravam o corpo e a cauda de um camundongo. O apelido se tornou mais conhecido do que a descrição formal usada no pedido de patente.
A demonstração que marcou história
Em 1968, Engelbart apresentou uma demonstração pública que reuniu mouse, janelas, hipertexto, edição colaborativa e videoconferência. Várias dessas ideias só chegariam ao grande público anos depois.
Do laboratório para todas as mesas
Versões posteriores trocaram as rodas por esfera e, mais tarde, sensores ópticos. O princípio continuou o mesmo: transformar o movimento da mão em movimento preciso na tela.
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