Carros sem motorista começam testes nas ruas de Londres

Baidu, Freenow e Lyft iniciaram testes do robotáxi Apollo Go RT6 em Brent, ainda com operadores de segurança; viagens públicas são previstas para 2027.

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Ilustração editorial de um veículo autônomo circulando em uma rua urbana de Londres
Ilustração editorial original da FatoByte sobre testes de veículos autônomos em Londres. A imagem não mostra um veículo ou local específico.
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  1. O que começou em Londres?
  2. O que é o Apollo Go RT6?
  3. Por que Londres é um teste difícil?
  4. Os carros já circulam totalmente sozinhos?
  5. O que acontece com os motoristas humanos?
  6. Quando o público poderá usar?
  7. Perguntas e respostas
  8. Fontes consultadas
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Pontos explicados6
Fontes consultadas2

Londres entrou na rota dos robotáxis chineses. Os veículos Apollo Go RT6, desenvolvidos pela Baidu para transporte por aplicativo, começaram a circular em uma fase de testes conduzida com Freenow e Lyft. A presença de um operador de segurança mostra que ainda não se trata de um serviço totalmente autônomo disponível ao público. Mesmo assim, o início do programa transforma a capital britânica em um importante laboratório para a disputa global dos carros sem motorista.

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O que começou em Londres?

Em 28 de julho, Freenow, Lyft e Baidu anunciaram o início dos testes do Apollo Go RT6 em Londres. A operação começa no distrito de Brent, que reúne vias urbanas e suburbanas.

Os veículos têm operadores de segurança a bordo. Eles podem acompanhar o comportamento do sistema e assumir o controle quando necessário, reduzindo o risco durante a adaptação às ruas locais.

Nesta etapa, não é possível chamar um desses carros pelo aplicativo. A previsão anunciada pelas empresas é receber passageiros do público a partir de 2027.

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O que é o Apollo Go RT6?

O RT6 é a sexta geração de veículos autônomos do serviço Apollo Go, da Baidu. Diferentemente de um carro comum adaptado, ele foi projetado desde o início para viagens por aplicativo.

Sensores, câmeras, radares e computadores analisam o ambiente para reconhecer faixas, semáforos, pedestres, ciclistas e outros veículos. O sistema combina essas informações para planejar a rota e controlar aceleração, direção e frenagem.

O veículo é elétrico e foi desenvolvido para oferecer redundância em sistemas importantes. Ainda assim, nenhuma tecnologia de direção autônoma elimina todos os riscos, especialmente em um ambiente novo.

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Por que Londres é um teste difícil?

A cidade mistura ruas estreitas, cruzamentos complexos, grande número de pedestres, ciclistas, ônibus e mudanças frequentes no trânsito. O veículo também precisa lidar com circulação pela esquerda e regras específicas do Reino Unido.

Brent oferece uma combinação útil de áreas mais densas e trechos suburbanos. Isso permite avaliar o sistema em situações diferentes sem começar imediatamente por toda a capital.

O clima também pesa. Chuva, reflexos no asfalto e baixa visibilidade podem dificultar o trabalho de câmeras e outros sensores, exigindo que várias fontes de informação confirmem o mesmo obstáculo.

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Os carros já circulam totalmente sozinhos?

Não nesta fase. O termo robotáxi descreve a finalidade do veículo, mas os testes em Londres ainda contam com operadores de segurança.

Também existe diferença entre uma demonstração controlada e um serviço comercial. Para transportar passageiros, as empresas precisam comprovar segurança, cumprir as exigências regulatórias e organizar atendimento, manutenção, seguro e resposta a incidentes.

A meta de viagens públicas em 2027 é um plano, não uma garantia. O calendário pode mudar de acordo com os resultados dos testes e as decisões das autoridades.

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O que acontece com os motoristas humanos?

A Freenow e a Lyft afirmam que pretendem operar uma rede híbrida, combinando táxis, carros particulares licenciados e veículos autônomos. Nesse modelo, os robotáxis não substituem toda a frota de uma só vez.

Motoristas humanos continuam sendo importantes para áreas, horários e situações que a automação ainda não atende bem. Ao mesmo tempo, uma expansão bem-sucedida pode mudar a distribuição de corridas e pressionar modelos de trabalho existentes.

O impacto real dependerá da escala. Alguns veículos em teste não transformam o mercado, mas centenas ou milhares de unidades poderiam alterar custos, disponibilidade e regras do transporte urbano.

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Quando o público poderá usar?

As empresas apontam 2027 como o início pretendido das viagens públicas. Antes disso, o programa precisa acumular dados em condições reais e demonstrar que o sistema opera com segurança.

Mesmo quando as corridas forem liberadas, a expansão tende a ser gradual, limitada a áreas e horários específicos. Esse é o caminho usado por outros projetos de direção autônoma.

Para o passageiro, os sinais mais importantes serão a autorização regulatória, a área oficial de operação, a presença ou não de operador de segurança e as regras de atendimento em caso de problema.

Perguntas e respostas

Respostas diretas para as dúvidas mais pesquisadas sobre este tema.

Os robotáxis já podem ser chamados em Londres?

Não. O programa está em fase de testes com operadores de segurança. As viagens públicas são planejadas para 2027.

Os veículos dirigem sem nenhuma pessoa a bordo?

Não nesta etapa em Londres. Há operadores de segurança acompanhando os testes.

Onde os testes acontecem?

A fase inicial ocorre no distrito londrino de Brent, que combina ambientes urbanos e suburbanos.

O lançamento ao público em 2027 está confirmado?

É a previsão anunciada pelas empresas, mas depende dos resultados dos testes e das autorizações regulatórias.

Fontes consultadas

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